PelvClinic
Tratamentos/Masculino

Incontinência Urinária Masculina

Tratamento conservador da perda involuntária de urina em homens, com alto índice de resolução por meio de reabilitação funcional do assoalho pélvico.

Usar absorvente, evitar sair de casa, cancelar compromissos por medo de um episódio inesperado. Quem convive com incontinência urinária sabe exatamente do que se trata, e sabe também o quanto esse problema vai reduzindo o mundo de alguém, silenciosamente. Em homens, especialmente após cirurgia de próstata, essa é uma realidade que muitos acreditam ser permanente. Não é.

A recuperação do controle urinário depende diretamente do trabalho sobre a musculatura do assoalho pélvico, trabalho feito com as mãos, com precisão e com um protocolo construído para cada caso. Na PelvClinic, a avaliação funcional identifica o que está falhando no mecanismo de continência e orienta o tratamento de forma específica. O objetivo é devolver a liberdade de sair, de se exercitar, de viver sem calcular cada passo.

Identificação

Sinais que reconhecemos

Perda de urina após cirurgia de próstata

Perdas ao tossir, espirrar, se levantar ou fazer esforço

Urgência urinária intensa ou incontinência de urgência

Necessidade frequente de urinar durante a noite

Método

Nossa abordagem

A avaliação identifica o tipo e a gravidade da incontinência, além do padrão de ativação muscular do assoalho pélvico. O tratamento é construído com técnicas manuais, exercícios funcionais progressivos e treino comportamental da bexiga, tudo adaptado ao momento pós-cirúrgico ou clínico de cada paciente.

Relatos

Histórias que nos chegam

Antônio G.

68 anos, aposentado, casado há 40 anos

Após a prostatectomia, Antônio passou a usar absorventes diariamente. Havia sido informado de que poderia melhorar, mas ninguém disse quanto tempo levaria ou o que poderia ser feito. Oito meses depois da cirurgia, chegou à PelvClinic. A avaliação mostrou que havia potencial de recuperação que ainda não havia sido trabalhado. Hoje, ele descreve a volta à normalidade como a segunda coisa mais importante que aconteceu na minha vida depois da operação.

Ricardo B.

57 anos, gerente comercial, casado

Ricardo começou a recusar convites sociais. Cancelava reuniões fora do escritório. A família percebeu o isolamento antes dele. Quando buscou tratamento, disse que havia aceitado aquilo como parte da sua nova realidade. A fisioterapia pélvica mostrou que essa nova realidade tinha um caminho diferente. O processo foi gradual, mas o retorno à vida anterior foi o suficiente para transformar tudo.

Gilberto S.

72 anos, professor de educação física aposentado, casado há 46 anos

Gilberto havia sido professor de educação física por trinta anos. Sabia de músculos, os de todo o corpo. Os do assoalho pélvico, não. Quando a incontinência chegou após a cirurgia, ficou paralisado. Não contou para a esposa por duas semanas. Quando contou, ela disse: então vamos resolver. O processo foi mais demorado do que ele queria, mas aconteceu. Hoje, Gilberto ministra palestras sobre saúde para homens na terceira idade e sempre menciona o assoalho pélvico. A sala invariavelmente ri. Ele deixa rirem e depois explica por que é sério.

Nelson F.

61 anos, advogado sênior, casado

Nelson era advogado. Ganhava debates. Convencia júris. Mas quando o assunto era saúde própria, adiava. Três meses depois da prostatectomia, ainda usava absorvente e ainda não havia buscado ajuda especializada. Foi o filho, também advogado, que o convenceu com um argumento simples: você trataria qualquer outro problema desta forma? Nelson não teve resposta. Marcou consulta na semana seguinte. O tratamento levou cinco meses. A incontinência reduziu substancialmente. E Nelson admitiu ao filho que foi o melhor caso que perdeu na vida.

Cláudio M.

55 anos, gerente de logística, divorciado

Cláudio viajava a trabalho toda semana. A incontinência havia transformado cada viagem em uma logística paralela de preocupações: localizar banheiros em aeroportos, calcular conexões com folga extra, escolher assentos específicos. A vida profissional havia sido silenciosamente reorganizada em torno do problema. Quando mencionou fisioterapia pélvica numa conversa casual, foi por curiosidade. A curiosidade virou consulta. A consulta virou tratamento. Hoje, ele escolhe o assento pela janela, porque prefere a vista.

Nomes fictícios. Histórias baseadas em perfis reais de pacientes.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre este tratamento

O ideal é iniciar o mais cedo possível, inclusive antes da cirurgia quando houver tempo para preparação. Após a operação, a reabilitação pode começar assim que o médico liberar, geralmente nas primeiras semanas.

Muitos pacientes alcançam melhora significativa ou completa. O resultado depende de fatores individuais como o tipo de cirurgia, o tempo decorrido e a condição muscular pré-existente. A avaliação funcional é o ponto de partida para entender o potencial de cada caso.

Sim. A bexiga hiperativa e a incontinência de urgência em homens respondem bem ao tratamento fisioterapêutico, que combina trabalho muscular com treino comportamental da bexiga.

Sim. Incontinência de esforço, urgência, mista e pós-cirúrgica têm abordagens específicas. Por isso a avaliação funcional é fundamental: ela orienta o protocolo mais adequado para o seu caso.

Próximo passo

Tem dúvidas se este tratamento é para você?

Nossa equipe está preparada para orientar você, tirar dúvidas e indicar o melhor caminho antes mesmo de marcar uma avaliação.